O Cooptech Summit 2026 discutiu a adoção de inteligência artificial nas cooperativas nos dias 19 e 20 de outubro, no Minascentro, em Belo Horizonte. Realizado pela Coonecta como parte do WCM 2026 (World Coop Management), o encontro teve como tema central “IA no cooperativismo: da estratégia à ação”.
Com a inteligência artificial como único assunto, o encontro se propôs a ir além da teoria e das tendências para tratar de gestão real: usos concretos, decisões e resultados que as cooperativas já colhem com a tecnologia em diferentes áreas. A programação, entre palestras, painéis e casos práticos, se organizou em três eixos: estratégia e liderança, lições de quem já começou e infraestrutura e gestão de dados.
Dia 1: IA e tecnologia em prol de um cooperativismo competitivo
O painel “Da estratégia à ação: como cooperativas de referência estão gerindo as iniciativas de IA” abriu a programação com mediação de Mateus Casanova, head de IA e inovação da Unicred do Brasil, e reuniu Gustavo Fosse, diretor executivo de tecnologia da informação do Sicredi, Paulo Roberto Carreiro, diretor de gestão empresarial da Unimed-BH, e Renato Paiva, gestor de TI da Coopama. A conversa foi de por onde começar e quem decide na governança até a priorização de investimentos, as parcerias, os resultados e o que não funcionou.
O debate reforçou que a IA exige visão estratégica, governança, qualidade dos dados e clareza sobre os problemas a resolver. Os painelistas discutiram a estratégia de adoção da tecnologia, a definição de uma estrutura de governança e a importância de fazer os investimentos racionalmente, sem cair em armadilhas do hype.
O painel reforçou uma convicção de que a transformação impulsionada pela inteligência artificial exige visão estratégica, governança, qualidade dos dados e, sobretudo, clareza sobre os problemas
Eficiência operacional: a IA como parte do processo
Em seguida, o painel “Eficiência operacional: a IA é uma peça, o processo conecta tudo” reuniu Rodrigo Junqueira, CEO da Nexum Tecnologia, Vinícius Mantovani, head de analytics da Nexum Tecnologia, e Edilson Pucci, gestor de TI da Sicoob Crediguaçu.
A conversa girou em torno de um case de recuperação de crédito na Crediguaçu, que substituiu escritórios terceirizados de cobrança por um agente de IA. Os modelos rodam no ambiente da própria cooperativa, com guardrails que impedem que dados sensíveis cheguem à IA.
A cooperativa importa para a plataforma os dados da cobrança, e o agente conversa com o cooperado, propõe a negociação e gera o boleto. Quando o cooperado decide negociar, a conversa passa para um atendente humano. “Até chegar nessa fase, esse agente consegue resolver 90% da atividade. Ele interage com o cooperado, propõe uma negociação, gera até o boleto”, explicou Pucci.
Mantovani deixou uma orientação para quem está começando: “Sem dados e sem qualidade de dados você não vai ter uma inteligência aplicada”.
Cooperativas, universidades e governo: a tríplice hélice
Em seguida, “Quando cooperativas, universidades e governo inovam juntos: a tríplice hélice e o processo de captação de recursos” trouxe Felipe Melo Ferreira, gerente de inovação do Sicoob Credicom, Luiz Gustavo Cançado, diretor de ciência, tecnologia e inovação da FAPEMIG, e Pedro Américo, professor titular da PUC Minas. A apresentação partiu do modelo de tríplice hélice, que integra governo, universidade e empresa para ampliar o acesso a fomento, parcerias estratégicas e investimentos em inovação.
O caso em foco foi o projeto CooperAI, do Sicoob Credicom, cooperativa mineira com mais de 140 mil cooperados. O desafio, segundo a apresentação, era oferecer produtos e serviços alinhados à realidade de cada cooperado, o que fortalece a centralização financeira e estreita o vínculo com a cooperativa.
A solução prevê um sistema integrado à base de dados da Credicom, com inteligência analítica para identificar padrões, tendências e preferências individuais e gerar recomendações personalizadas.
Pelo lado do fomento, a FAPEMIG apresentou o planejamento estratégico de 2026 e o Compete Minas, programa de R$ 50 milhões que admite cooperativas como proponentes, com ou sem parceria com instituições de ciência e tecnologia.
Da fragmentação ao controle: dados e IA no FGCoop
Sandoval Fernandes, gerente de tecnologia e segurança da informação do FGCoop, apresentou “Da fragmentação ao controle: como a IA transformou dados em decisões estratégicas”. Ele contou como o fundo, com 32 colaboradores, começou o projeto de IA pela governança de dados.
A iniciativa mapeou as bases, criou políticas e normas e só depois escolheu a tecnologia, a plataforma Databricks, em nuvem e organizada em camadas, com acesso restrito a cada área. A solução eliminou silos e deu à diretoria autonomia para consultar os dados.
Nos três primeiros meses, o FGCoop reuniu mais de 12 milhões de registros em 103 tabelas governadas, integrou quatro fontes (Bacen, ERP, SCR e COSIF) e colocou em operação três agentes de IA, para análise financeira, risco e auditoria. “Esse não era um projeto de TI, era um projeto de negócio”, afirmou Fernandes.
Estratégia de IA: onde a cooperativa está e onde investir
André Xavier, CEO da BHS, e Rodrigo Hernandez, diretor de enterprise sales da BHS, abriram a sessão “Sua cooperativa tem IA ou tem estratégia de IA?” com duas perguntas aos congressistas: quem usou IA na última semana e quem sabe quantas pessoas da própria cooperativa a usam.
Os executivos citaram a pesquisa Pulse of Change, da Accenture, segundo a qual 82% dos executivos seguem ampliando o investimento em IA, enquanto só 23% relatam valor amplo e sustentado com a tecnologia, e alertaram para a shadow AI, o uso de ferramentas sem o conhecimento da área de tecnologia.
A BHS apresentou quatro estágios de maturidade, da “IA no bolso”, de uso individual e fora do radar da gestão, até a governança aprovada, com pauta no conselho e portfólio medido. Para decidir onde investir, a recomendação foi começar pelos dados e cruzar ganho e esforço de cada caso de uso.
A sessão terminou com o diagnóstico “Raio-X de IA”, de seis perguntas respondidas pelo celular. “Se eu perguntar para 100% dos funcionários, 100% vai falar que quer uma IA. Mas, na hora que você libera a licença, as pessoas acabam subutilizando”, disse Hernandez.
Agentes de IA na saúde: o caso da Unimed-BH
Rafa Silva, head do Horizontes Hub e head de inovação da Unimed-BH, apresentou “A era dos agentes de IA na Unimed-BH: inovação, prática e escalabilidade na saúde”. O principal case foi o Onde Ir, agente de IA no aplicativo da cooperativa que ajuda o cliente com sintomas a decidir entre telemedicina, pronto atendimento e consultório.
Antes de chegar aos 1,6 milhão de clientes, o agente foi testado por colaboradores e dependentes. Segundo Silva, teve mais de 150 mil acessos, mantém 99% de assertividade, avaliada de forma contínua por médicos, e cerca de 80% dos usuários seguem o caminho indicado. Só 18% vão ao pronto atendimento.
O Horizontes Hub transformou a experiência na Cogfy Saúde, plataforma de agentes de IA para o mercado de saúde lançada em julho. Para Silva, a tecnologia ajuda a enxergar o problema cedo. “O papel da inteligência artificial hoje é começar a ver essa fumaça antes de ela se transformar num incêndio”, afirmou.
Pesquisa de inovação: o retrato do cooperativismo
Guilherme Souza Costa, gerente do núcleo de inteligência e inovação do Sistema OCB, apresentou as descobertas da 3ª Pesquisa de Inovação no Cooperativismo Brasileiro. A edição de 2026 ouviu 1.340 cooperativas.
Os dados mostram avanço na abertura à inovação: 77% dos respondentes descreveram suas cooperativas como abertas. O gargalo está na estrutura. Só 7% têm uma área com equipe própria e 37% não têm estrutura nenhuma. Entre as cooperativas com equipe dedicada, 69,6% realizaram ao menos seis projetos de inovação nos últimos dois anos, contra 4,1% das que não têm estrutura formal.
Sobre IA, 61% das cooperativas disseram que os colaboradores usam ao menos uma solução baseada na tecnologia no dia a dia, mas só 9,4% relatam ter política institucional consolidada de uso. “São poucas as cooperativas que estão mapeando que ferramentas seus funcionários estão utilizando e com qual finalidade”, afirmou Costa.
Recuperação de crédito: agentes de IA que negociam
Rafael Souza, CEO da Ubots, falou sobre “Inteligência artificial na recuperação de crédito” e defendeu que recuperar vai além de cobrar: inclui evitar a inadimplência, com lembretes preditivos, e preservar o relacionamento com o cooperado.
Dois cases ilustraram o potencial:
- Em um grupo varejista de crédito, a organização do fluxo de cobrança deixou o ROI da operação 71% maior.
- Em uma cooperativa de crédito, uma prova de conceito em produção mostrou que um agente de IA, apoiando um colaborador, chegou em cinco dias à metade do valor renegociado por 135 gerentes e assistentes em 75 dias de campanha.
Entre as tendências, ele citou agentes que negociam de ponta a ponta e pagamento gerado na própria conversa. “A inteligência artificial é uma ferramenta que dá escala ao relacionamento”, afirmou.
Gestão por processos: a experiência da Cecremge
David de Freitas, cofundador de Zeev, e Valéria de Matos, diretora de comunicação, tecnologia e negócios do Sicoob Central Cecremge, mostraram “Como o Sicoob Central Cecremge transformou processos e ampliou resultados com apoio da tecnologia Zeev”.
A trajetória, contou Valéria, começou por volta de 2020, com a necessidade de cumprir normas e auditorias de forma recorrente. Depois de comparar cinco soluções, a central escolheu a Zeev, com a premissa de democratizar a tecnologia para quem não é de TI.
Um piloto com três cooperativas deu origem a um serviço que hoje atende 15 singulares, com capacitação, monitoria, ferramenta e autonomia. Segundo Valéria, uma cooperativa que migrou de outra solução reduziu em até 82% os gastos anteriores com ferramentas, e em outras a economia passou de 42%.
“Se a gente tem uma ferramenta em que precisa depender da área de tecnologia para usar, a gente não está a serviço do negócio”, disse. Sobre a IA, defendeu repensar a organização, e não só automatizá-la: “Muitas vezes, os processos que a gente empregou foram para resolver limitações humanas ou tecnológicas”.
Sete lições para implementar IA com sucesso
Franco Bria, advisor executivo independente, encerrou a programação do palco com “7 lições para implementação de IA com sucesso”. São elas:
Governança não é freio, é acelerador. Ele a define como “combinados”.
- A IA não falha só por tecnologia: falta de metas, de ritmo e de comunicação mata projetos.
- Antes do modelo vem o dado: um modelo contra golpes no Pix exigiu meses de organização de dados.
- Não é um modelo, é um sistema: gerar valor exige regras de negócio, plataforma e conexão com o core.
- Modelo operacional federado: um centro de excelência define padrões, e as áreas de negócio e as cooperativas os aplicam.
- Conceitos alinhados: sem linguagem comum, a discussão sobre “governança de IA” não leva a lugar nenhum.
- Comprar ou construir: se o fornecedor é crítico para o negócio, é preciso ter um plano B, com um time desenvolvendo a solução internamente.
Bria acrescentou uma oitava lição. “A única forma de uma organização, uma cooperativa, avançar nesse tema é vivendo a jornada. Não tem outra opção”, afirmou.
Dia 2: a aliança entre inovação e eficiência no cooperativismo
O painel “Alucinações, vieses e vazamentos: os riscos reais da IA e práticas de mitigação” abriu o dia no palco com Franco Bria, advisor executivo independente, na moderação. Participaram Daniel Magalhães, superintendente de estratégia e tecnologia do Sicoob Credicom, e Sandoval Fernandes, gerente de tecnologia e segurança da informação do FGCoop.
Para Magalhães, os três riscos do título têm a mesma origem. “Eu não acho que elas sejam três problemas técnicos, eu acho que elas são três lados de um mesmo problema, que é o de governança”, afirmou.
No Sicoob Credicom, a resposta se apoia em três pilares: governança, arquitetura tecnológica, com controle de acesso e uso de RAG (Retrieval-Augmented Generation ou Geração Aumentada por Recuperação) para dar contexto à IA, e pessoas, treinadas inclusive para lidar com o erro.
Fernandes defendeu colocar as pessoas no centro, com aculturamento, observabilidade e ferramentas de prevenção de vazamento de dados. “Por mais autonomia que você tenha, a responsabilidade está no humano”, disse.
Na pesquisa interna do Sicoob Credicom, metade dos colaboradores respondeu e, desses, 95% usavam alguma IA, oficial ou não. “Simplesmente proibir o uso da IA não resolve nada. As pessoas vão usar”, afirmou Magalhães.
Intercooperação e atendimento: 95% de NPS
Igor Sigiani, fundador e diretor-presidente da Coopercompany, e Lenine Marangoni, diretor de operações estratégicas da Coopercompany, apresentaram “Inovação do atendimento ao segurado: Coopercompany e Sicoob garantem 95% de NPS”.
O case nasceu da parceria entre a cooperativa de plataforma, do ramo infraestrutura, e o Sicoob Central SC/RS, que atende segurados em situação de urgência e emergência. Segundo Marangoni, a operação começou em 2021, com 221 mil apólices, e hoje passa de 600 mil, em 37 cooperativas e mais de 100 pontos de atendimento do Sicoob.
O NPS de 95% se compara, nas palavras de Marangoni, a uma faixa de 54% a 76% entre as seguradoras. Nos últimos dois meses, o volume chegou a 8.400 atendimentos por mês, com picos em dias de eventos climáticos no Sul. O ponto central, repetido pelos dois, foi a centralidade das pessoas na operação. “Se vocês querem cuidar bem dos seus cooperados, cuidem muito bem de quem cuida dos seus cooperados”, disse Sigiani.
Inclusão financeira por voz: o Touchless App
Cléber Agazzi, superintendente de segurança, dados e IA do Banco Mercantil, e Raphael Castro, gerente de inteligência artificial do Banco Mercantil, mostraram o “Touchless App: a revolução da UX por voz para a Inclusão Financeira”.
O banco é especializado no público 50+. A solução é uma interface de voz dentro do aplicativo, o assistente Mel, que conduz o cliente na simulação e na contratação de crédito consignado e no desbloqueio das travas do INSS.
Segundo os executivos, o tempo médio de simulação e contratação de consignado é de 82 segundos, sem fila de espera, e o Touchless App levou uma semana para chegar à conversão que a jornada do aplicativo, lapidada por cinco ou seis anos, já tinha.
Hoje, cerca de 10% das simulações no aplicativo passam por ele. “O cliente vai falar do jeito dele, e a gente tem que dar o jeito de resolver, não é a gente tentando fazer ele usar da forma que a gente acha que é”, disse Agazzi.
Gestão integrada: o SIC da Coopedu
Alexandre Soares Gomes, presidente da Coopedu, contou como nasceu o SIC, o Sistema Integrado de Cooperativas, a partir de uma necessidade da própria cooperativa. Fundada em 2019 no Rio Grande do Norte, a Coopedu reúne mais de 20 mil cooperados em 10 estados, presentes em 1.900 escolas de mais de 70 cidades e com impacto em 360 mil alunos.
Sem encontrar no mercado um sistema que entendesse conceitos como cota-parte, sobras e rateio, a cooperativa desenvolveu o seu. O SIC integra cadastro, apontamento de produção por aplicativo, folha, nota fiscal, cobrança, pagamento em lote por Pix, sem arquivo CNAB, e o envio ao eSocial.
A Coopedu opera 100% dos processos no sistema desde janeiro, e ele já está disponível a cooperativas do Rio Grande do Norte, em parceria com o OCB/RN. “Se o dado está errado, a sua decisão impreterivelmente vai estar errada também. E você só vai perceber isso quando causar um prejuízo”, afirmou Gomes.
Crédito seguro: orquestração contra fraudes
Magdo Pinto, sócio-diretor da Moinho Sul, apresentou “A nova fronteira do crédito seguro: mitigação de fraudes com IA e orquestração com o FluidNow”. O ponto de partida foi um cenário de inadimplência recorde, de 8,0% no crédito livre para pessoas físicas, com 83,9 milhões de brasileiros negativados, e de fraudes cada vez mais sofisticadas, com deepfakes e identidades sintéticas.
A resposta foi uma orquestração em cascata, com três níveis de filtro. No primeiro, validações internas e limites pré-aprovados. No segundo, OCR inteligente e documentoscopia. No terceiro, serviços de maior custo, como biometria facial e birôs avançados, reservados a operações de maior valor.
Operações com restrições seguem para um dossiê analisado por uma pessoa, em vez de uma negativa automática. Segundo Pinto, o modelo reduziu em cerca de 60% o custo de uso de APIs e agentes de IA. “Da operação de 5 mil reais à operação de 10 milhões de reais, passava por todos os níveis. Opa, algo está errado”, contou, sobre o início dos testes.
Jornada de IA da Unicred: da estratégia à escala
Mateus Casanova, head de IA e inovação da Unicred do Brasil, encerrou a programação do palco com a jornada de IA da Unicred, que, segundo ele, começou pela estratégia e não pela tecnologia.
A governança funciona em três níveis, técnico, tático e executivo, e tem como regra que o objetivo não é frear, mas dar segurança para que os times experimentem.
A Semana de IA somou mais de 3 mil inscrições e alcançou 12 cooperativas. O portfólio de IA tem 13 iniciativas ativas, com quatro de cinco provas de conceito concluídas com êxito e economia projetada de R$ 21,43 milhões em dois anos.
Entre os resultados, uma iniciativa de abertura de contas reduziu a análise de documentos de quatro dias para o mesmo dia, e a prova de conceito de recuperação de crédito recuperou R$ 1,25 milhão. “Nós não começamos pela escolha de uma tecnologia, de uma ferramenta. Nós começamos lá atrás pela conexão com a estratégia”, afirmou Casanova. A primeira onda foi tecnológica, resumiu, e a segunda é organizacional.
O que fica do Cooptech Summit 2026
Nos dois dias, a conversa sobre IA saiu da ferramenta e foi para a organização. Os casos vieram de cooperativas de crédito, saúde e serviços, com resultados medidos, da recuperação de crédito ao atendimento ao segurado. Vários partiram do mesmo ponto: dados organizados, processos desenhados e governança definida antes de qualquer modelo.
A pesquisa do Sistema OCB deu a medida do desafio: 61% das cooperativas já usam alguma solução de IA, e só 9,4% têm política consolidada. No palco, o recado se repetiu: IA é projeto de negócio, não de TI, e depende de pessoas preparadas. Para as cooperativas, o próximo passo é menos escolher tecnologia e mais organizar a casa.
O Cooptech Summit 2026 foi realizado pela Coonecta, com patrocínio master do Sistema OCB. O patrocínio Gold foi de Ubots, Lecom, Nexum, FluidNow, Coopercompany, Sicoob Corretora SC/RS, Zeev e BHS. O WCM’26 foi o evento parceiro, e o encontro teve o apoio da FNCC e do BR Cooperativo.