Gestão das cooperativas: Por que as organizações falham ao inovar [parte 1]

Sem uma estratégia clara de inovação, o risco de falhar na missão de inovar é muito grande, independentemente do setor, e também durante a gestão das cooperativas

No cooperativismo, a gestão das cooperativas ainda possui um modelo que privilegia a proliferação de níveis hierárquicos, com o consequente “encaixotamento” de papéis e o modelo de interação centralizado. 

Este cenário dificulta o papel de protagonista das cooperativas na Nova Economia e no ambiente de transformação digital. Ou seja, é preciso uma virada de chave na gestão das cooperativas para levar o setor a um novo ciclo de crescimento e abundância.

E não basta simplesmente seguir as tendências de inovação das empresas privadas e SAs, a gestão das cooperativas precisa criar seu próprio jeito de inovar, levando em consideração suas particularidades.

Mas como não se trata de uma tarefa simples, preparamos uma série com 8 vídeos sobre: por que as organizações falham ao inovar. 

Desafiamos o especialista Alexandre Carrasco, consultor organizacional nas áreas de estratégia, diagnóstico organizacional, inovação e melhoria de processos, a contar resumidamente 8 erros comuns que geralmente acontecem quando uma organização decide inovar.

Neste primeiro vídeo, ele fala da Escola de Futurismo e as premissas que ela adota para os seus sistemas de inovação. Assista a seguir: 

Gestão das Cooperativas: Alexandre Carrasco ensina Estratégias de Inovação

Alexandre Carrasco atua como consultor organizacional nas áreas de estratégia, diagnóstico organizacional, inovação e melhoria de processos.

Possui mais de 18 anos de experiência como executivo e consultor em organizações como AES Brasil, Elektro e Bureau Veritas onde liderou iniciativas de melhorias da gestão que resultaram em relevantes ganhos operacionais e financeiros, certificações e importantes premiações nacionais e internacionais, como PNQ e Prêmio Ibero-americano da qualidade.

Carrasco tem Mestrado em Gestão (ISCTEIUL/Lisboa), Pós- MBA em Inteligência Empresarial (FGV), MBA em Gestão Global (FGV/ISCTE-IUL/Lisboa), MBA em Gestão Empresarial (FGV) e graduação em Tecnologia Elétrica (Universidade Mackenzie), além de diversas certificações relacionadas a auditorias de sistemas de gestão, excelência operacional e facilitação.

O trabalho que ele realiza se baseia em teorias como pensamento sistêmico (Peter Senge), Teoria U (Otto Scherer), conceitos de inovação e mudanças de modelos de gestão conciliando a competência técnica com aspectos humanos e sociais necessários à consecução de resultados sustentáveis e duradouros.